Quarta-Feira, 19 de setembro de 2018.

Quantas vezes vivemos!?

A vida é infinita, não existe morte e a viagem é intermitente. Somos passageiros do universo assim como as nuvens que por aqui passam e voltam impulsionadas pelas ondas do vento em almas que se renovam dezenas de vezes em muitas vidas, experiências é um aprendizado constante, o aperfeiçoamento...

 

Às vezes, os acontecimentos mais importantes de nossas vidas acontece antes que percebamos, como a aproximação do amor, a negação, o ato de não ver o que está diante dos olhos pelo fato de não querer ver é o maior dos disfarces...

 

Aí vem o desconforto e a confusão mental que se interpõe em nosso caminho, mais a persistência do destino pode atravessar os disfarces queprecisamos ver ou a cena principal do filme de nossas vidas emergindo do fundo como imagens que só vemos nos sonhos, mais o amor infinito é como as espumas do mar, preenche fendas das rochas e os espaços vazios porque simplesmente repõe, energiza e faz suspirar as almas, mais nós erigimos barreiras falsas e quando o amor não pode encher os nossos corações e mentes, nos desligamos d´alma e sucumbimos...

 

Escute pois a voz de seu coração, do seu interior todas as vezes que tiver que decidir sobre o destino e lembre-se que o amor nos aproxima da felicidade, ele dissolve a ira e cura a dor.

 

Aqui e acolá eu encontro pessoas desejosas de ir ao Oriente, visitar Jerusalém, buscar seu eu pessoal na Índia com os Gurus e outros almejam fazer o grande caminho de São Thiago em busca de uma afirmação pessoal, espiritual onde nesses lugares jamais encontrarão e permanecerão na estaca zero porque essas desconcertantes viagens só servirão de conhecimento atual, jamais enveredarão dentro do desconhecido, do oculto do inimaginável, por isso devem ser descartadas porque a grande viagem, a maior descoberta, a grande viagem, a maior ventura ou aventura está dentro de nós mesmo. Basta que exploremos o nosso interior, que agucemos a nossa espiritualidade que isso encurtará a distancia entre você e Deus.

 

Às vezes me sinto solitário e até mesmo infeliz, uma questão física, ou mesmo psíquica que sem pedir permissão adentra em nosso ser e não encontramos uma razão para isso em nosso mundo, em nossa vida atual. Mais peregrinando o oculto, as estradas sombrias que se iniciam na morte, vamos nos surpreender em saber que somos quase tão antigos como o próprio mundo, cenário de muitas vidas, alegrias, tristezas e os dramas que nos envolve desde dezenas de outras vidas... E o que você está esperando para aventurar-se e saber mais sobre você mesmo?

Categoria artigos, articulista

Airton Gondim Feitosa

Jornalista

tributaryagf@yahoo.com.br




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