Representantes de instituições e empresas participam de visita guiada ao Barco-Escola Samaúma II

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Macapá – Um grupo de convidados teve a oportunidade de conhecer de perto as instalações do Barco-Escola Samaúma II, conhecido por levar educação profissional pelos rios da Amazônia. Representantes do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), da Indústria de Congelados (Sindcongel), da Indústria de Mármores e Granitos (SINDMAG), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT), da Agência de Desenvolvimento do Amapá prestigiaram o evento. É a primeira vez que a unidade móvel do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) do Amazonas vem ao Amapá.

Recepcionados pelo superintende do SESI e diretor de Operações do SENAI, Moisés de Aguiar; pela superintendente corporativa, Regiane Machado; pela gerente executiva de Avaliação e Controle da Qualidade Corporativa, Ana Cristina Dias; e pelo coordenador do barco José Ozéias Pereira, os convidados conheceram as instalações de primeiro mundo, e os instrutores do SENAI do Amazonas que ministrarão os cursos para a comunidade.

Com 42,5 metros de comprimento por 10,58m de largura, espaço que comporta quatro salas de aula e sete laboratórios muito bem equipados e climatizados. Além disso, por meio do reaproveitamento de recursos naturais como energia solar e tratamento de águas pluviais, o “barco-verde”, como é denominado, é referência nacional em sustentabilidade ecológica.

O Samaúma II está no Amapá com a missão de contribuir para a capacitação de jovens e adultos e, dessa forma, aproximá-las do mercado de trabalho, proporcionando ensino de excelência gratuito, alinhado às potencialidades e necessidades da comunidade.

O vice-presidente do (Sinduscon) e proprietário da empresa Fênix, Silvino Dal Bo, ressaltou que as unidades fluviais promovem inclusão social. “Os barcos chegam a lugares e a pessoas que jamais teriam condições de participar de um curso de excelência promovido pelo SENAI, e por isso sou grato. Após o curso, o cidadão passa a ter melhor renda, ou por sua inserção no mercado ou por optar por trabalhar como autônomo. Em ambos os casos, ele normalmente permanece na localidade em que nasceu e melhora sua qualidade de vida e a de sua família”, frisou o empresário.    

“O Samaúma transforma a realidade ao nosso redor por meio da educação e ensina a milhares de pessoas a se comunicar, interagir, a viver em sociedade e a conquistar seu lugar no mundo do trabalho. Para nós é gratificante participar da mudança de vida e de atitude de jovens e adultos que em muitas situações já tinham até perdido a esperança de ter uma vida digna”, pontuou José Ozéias Pereira.

Ao final da visita, Silvino Dal Bo agraciou Moisés de Aguiar com a Medalha da Maçonaria Comemorativa aos 95 anos do Grande Oriente do Brasil.

 



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