Indígena resolve se formalizar após receber orientações de empreendedorismo em Oiapoque

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A indígena Arlene dos Santos Maciel, 35 anos, foi uma das dezenas de empreendedores que participaram do lançamento de cartilhas do Governo do Estado do Amapá (GEA), com orientações aos empreendedores. O lançamento ocorreu nesta quinta-feira, 27, na sede no Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), no município de Oiapoque. A ação faz parte das políticas públicas desenvolvidas pelo Estado, que cria condições para um ambiente ainda mais favorável e competitivo às Empresas de Pequeno Porte-EPP e Micro e Pequenas Empresas.

Para Arlene, feirante há quase dez anos com a sua família em Oiapoque, a iniciativa de elaboração das cartilhas para orientar os empreendedores dos benefícios de sair da informalidade, o passo-a-passo para quem quer abrir uma empresa e, também, sobre como acessar as linhas de financiamento, traz muita motivação aos empreendedores.

“Nós sempre achamos que tínhamos que nos virar por conta própria e, 'se quebrar, quebrou'. Mas hoje eu pude ver que não é bem assim, pois podemos contar com as orientações do governo. Pela primeira vez eu compreendi a importância de abrir a minha empresa e agora e vou em busca da formalização para conseguir expandir o meu empreendimento” declarou a empreendedora que vende farinha, entre outros produtos da agricultura, na cidade.

Cartilhas

As cartilhas MEI, Linhas de Acesso ao Crédito, ME e EPP, são ferramentas estratégicas elaboradas pelo Governo do Estado, através da Agência Amapá, para orientação aos empreendedores desde a decisão de abrir um negócio, até o acesso às linhas de crédito disponibilizadas pela Agência de Fomento do Amapá (Afap).

A diretora-presidente da Agência Amapá, Tânia Maria, que cumpre agenda na região, ressaltou que o Oiapoque foi escolhido para receber as cartilhas, por ser região de fronteira e possuir comércio aquecido por um número considerável de micro e pequenas empresas.

A coordenadora do escritório regional do Sebrae em Oiapoque, Elenice Menezes, confirmou que a economia do lugar é movimentada, principalmente, pelos microempreendedores. “É importante esse trabalho que o governo tem feito para conscientizar esses trabalhadores sobre a importância da formalização. Empreendedor formalizado é comércio fortalecido e garantia de economia aquecida”, destacou a coordenadora.

 

Por: Leidiane Lamarão /  Foto: Leidiane Lamarão/Agência Amapá

 



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