‘As mulheres precisam ser respeitadas’, diz jovem no lançamento do ‘Papo de Homem 2020’

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O jovem Anderson Absolon, 18 anos, atleta de taekwondo, foi enfático ao declarar apoio à mulher: “O que falta para a nossa sociedade é respeito e empatia, principalmente, com as mulheres”. Sua colocação, assim como a de outros homens, foi pontual durante a Campanha do Laço Branco – “homens pelo fim da violência contra a Mulher”, e lançamento das atividades do projeto “Papo de Homem 2020”, promovidos pela Secretaria Extraordinária de Política para Mulheres (Sepm).

O evento marca mais uma etapa da extensa programação dos “16 Dias de Ativismo”, que aconteceu de 19 de novembro até esta sexta-feira, 6 - dia da defesa dos homens pelo fim da violência contra as mulheres.

Foram convidados para o evento, além de gestores estaduais e municipais, representantes dos Poderes Legislativo e Judiciário, além de empresários, representantes de associações, cooperativas, sindicatos, desportistas e agentes de segurança pública, todos envolvidos numa só causa: o fim da violência contra as mulheres. Um assunto tão delicado, mais que necessita ser cada vez mais debatido.

“O público que queríamos atingir, hoje, eram os homens, para, junto a eles, nos comprometermos com a diminuição do índice alarmante de violência doméstica-social e feminicídio”, falou a secretária extraordinária de Política para Mulheres, Renata Apóstolo.

Na ocasião, ela apresentou as atividades programadas para 2020, do projeto “Papo de Homem”, que contará com um apoio amplo e uma diversidade de ações.

“Papo de Homem” incentiva o gênero masculino a falar abertamente sobre seus sentimentos e anseios em sociedade, descontruindo temas machistas e sexistas, com rodas de conversas, palestras, filmes e documentários em lugares como escolas, associações de bairros e sindicatos.

O governador do Amapá em exercício, Jaime Nunes, falou sobre a importância do papel da mulher em sociedade, e destacou o comprometimento das políticas públicas para com as mulheres.

“As mulheres têm a grande capacidade de transformação, de evolução. Para todas as mudanças no mundo, no decorrer desses 20, 30 anos, as mulheres contribuíram com suas lutas”, falou.

Lutas que o desportista, ativista e técnico de taekwondo Bruno Igreja conhece bem: “Vale ressaltar que 80% de nossas vitórias no mundo do esporte são de meninas atletas. As mulheres e meninas precisam ser valorizadas e cuidadas”, reforçou.

 

Por: Alice Valena /  Foto: Albenir Souza

 



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