Teste de nivelamento de InglĂȘs: para que serve e onde fazer?

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Avaliação ajuda a otimizar tempo de aprendizagem

 

Dominar o idioma Inglês deixou de ser um diferencial no currículo, passando a ser essencial para conquistar melhores colocações no mercado de trabalho. O conhecimento no idioma possibilita mais oportunidades de crescimento profissional, bem como facilita a participação em intercâmbios, abrindo novas possibilidades para concorrer a bolsas de estudos internacionais.

Nem todo mundo sabe, mas mesmo sem ter feito um curso de Inglês é possível saber o nível de habilidade e familiaridade que a pessoa tem com o idioma através do teste de nivelamento. O teste de nivelamento do Educa Mais Brasil, por exemplo, é disponibilizado on-line e gratuitamente no site da plataforma. Ao concluí-lo, o estudante, além de saber qual o nível de conhecimento da língua, tem acesso a descontos de até 70% em cursos de inglês online.

O teste de nivelamento do Educa Mais Brasil é composto por 25 questões que avaliam compreensão oral, escrita, gramatical e vocabulário. Em apenas 15 minutos, o estudante pode ter o resultado do teste na tela do computador.

A professora Gabriela De-Gino explica que os testes de nivelamento são como uma porta de entrada para quem pretende iniciar os estudos no idioma, otimizando a formação, tendo em vista que o candidato vai ser encaminhado para o nível que esteja mais adequado ao seu perfil. “O teste de nivelamento pode ser aplicado para observar quais são as habilidades que esse estudante já tem nessa língua, bem como quais são as necessidades de aprendizagem. Dessa forma, o tempo de estudo vai ser otimizado”, assegura.

De acordo com a professora, com o teste de nivelamento o estudante vai entender em qual nível de aprendizado da língua ele está, fator importante para saber em qual momento deve iniciar esse curso para que o seu processo de ensino-aprendizagem ocorra da melhor maneira possível e para que as habilidades linguísticas do estudante sejam potencializadas.

O estudante do sexto período de Agronomia na Universidade Federal de Sergipe (UFS), Alisson Souza (23), já estuda há um tempo Inglês por conta própria pela internet, mas aumentou a frequência durante a pandemia do novo coronavírus, aproveitando o tempo maior em casa. “A maior dificuldade é que eu fico com preguiça. Às vezes tem alguma coisa que eu gostaria de perguntar a um professor, mas não tem como. Então, além da preguiça, tem essa falta de suporte de um profissional”, brinca o estudante.

A professora Gabriela não vê problemas em estudar pela internet, desde que os alunos prestem atenção em que tipo de conteúdo estão consumindo, além de buscar mais informações sobre quem está ministrando as aulas. Gabriela também sugere o estudo do idioma de modo mais afetivo, ou seja, a partir dos gostos dos alunos.

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

 



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