Investir na educação privada ainda é a principal escolha dos pais






Muitas famílias brasileiras separam boa parte do orçamento mensal para bancar a escola particular dos filhos. Isso acontece porque os pais acreditam que o sacrifício será recompensado com uma educação de qualidade e a perspectiva de um futuro melhor. É comum existir uma dúvida em relação ao serviço que é ofertado pelas escolas particulares, mas existe a certeza de que a educação pública brasileira ainda precisa de grandes melhorias.

Segundo um estudo lançado pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação, o Brasil deveria investir até cinco vezes mais do que gasta hoje para garantir uma educação pública de qualidade da creche ao Ensino Médio. A maior diferença está no investimento necessário para garantir creches em período integral. Segundo cálculos do estudo -  cálculo do Custo Aluno-Qualidade inicial (CAQi), seriam necessários mais R$20 mil anuais por aluno para custear a oferta na área urbana. Hoje, são investidos R$ 3 mil por aluno.

No ensino fundamental, nas diversas modalidades, o valor deveria pelo menos dobrar para a oferta de qualidade na cidade e quase triplicar no campo. No ensino médio, o valor atual precisaria aumentar em pelo menos 50%. A implementação do CAQi está prevista no Plano Nacional de Educação (PNE), lei sancionada em 2014, que estabelece metas e estratégias para serem cumpridas da educação infantil a pós-graduação no Brasil até 2024. Pelo PNE, o CAQi deveria ter sido implantado com dois anos de vigência da lei, ou seja, em 2016.

Educação e qualidade são teclas que batem juntas quando se trata das necessidades do Brasil. Nas escolas públicas, a prioridade é o Ensino Fundamental, o qual a maioria dos brasileiros tem acesso. Já no ensino privado, a discussão é para que o sistema responda aos anseios dos estudantes e pais. Mesmo com tantos pontos negativos, as famílias ainda preferem fazer um esforço e gastar um pouco mais investindo em escolas privadas, principalmente pelo fato das mesmas, investirem em aspectos como segurança e disciplina.

Mesmo trabalhando como operadora de caixa e fazendo faculdade de Nutrição, Izadora do Santos, 19 anos, decidiu que colocaria a sua filha de três anos em uma instituição de ensino particular. Ela recebe ajuda da avó da criança, mas confessa que o peso é muito grande em seu orçamento. “Eu gasto, em média, R$400 reais por mês com a educação da minha filha”. Mesmo com todas as dificuldades ela revela que nunca cogitou matricular a criança em uma escola pública porque não acredita que lá os profissionais sejam capazes de oferecer um ensino de qualidade.

Além de gastos com a educação, ela também precisa arcar com alimentação e saúde de Ísis dos Santos – sua filha. Ela diz ter optado pela escola particular porque sabe que a atenção oferecida para as crianças é bem maior e o ensino também. “Quero um futuro melhor para Ísis”, conclui Izadora.

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