Governo apresenta a municípios condições para flexibilização das atividades econômicas

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O governador do Amapá, Waldez Góes, iniciou nesta quarta-feira, 3, o diálogo com os prefeitos amapaenses sobre a elaboração dos protocolos que serão adotados para flexibilizar a quarentena adotada pelo Estado desde março, para combater a covid-19.

A medida terá como base a análise epidemiológica de cada município - que deve ser divulgada pela Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS) até domingo, 7.

Durante a videoconferência, o governador apresentou aos prefeitos o panorama do coronavírus no Amapá e os resultados dos 15 dias de lockdown, que encerraram na última terça-feira, 2.

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Waldez frisou que, obedecendo orientações dos comitês médico e científico, ainda em 2 de junho o governo prorrogou por mais 10 dias o isolamento social em todo o estado - nesse período, continuam autorizados a funcionar apenas estabelecimentos considerados essenciais, como supermercados e farmácias.

Sobre a reabertura gradual das atividades econômicas, Góes explicou que cada município terá a autonomia para flexibilizar, condicionada à segurança sanitária e à capacidade de assistência à saúde.

"Os planos de reabertura devem levar em consideração os relatórios, em tempo real, do comportamento da pandemia em cada município. Outro ponto a ser levado em consideração é o reforço da retaguarda de assistência à saúde", destacou o governador.

O prefeito de Macapá, Clecio Luís, considera acertada a decisão do Governo do Amapá, pois cada prefeito terá a autonomia de tomar decisões sobre a manutenção ou não da quarentena aliada com a realidade local.

"Cada um dos prefeitos conhece a realidade da pandemia no seu município, sendo assim, com base nesses relatórios são fornecidos pelos comitês científicos, médicos e epidemiológicos, estaremos pautados para tomar essa decisões", ressaltou o prefeito da capital.

Reabertura gradual

Conforme explicou o governador, a reabertura vai depender de algumas condicionantes que o Amapá precisa alcançar.

Entre as metas a serem alcançadas, estão a queda no número de casos positivos, a desocupação de leitos, a ampliação da testagem, o monitoramento de casos suspeitos e o cumprimento dos protocolos de saúde e higiene.

O novo decreto estadual deverá apresentar o protocolo para abertura gradual das atividades econômicas, mas vai deixar sob responsabilidade dos prefeitos definir a data e por onde começar a flexibilização, com base nessas informações.

 

Por: Gabriel Dias /  Foto: Marcelo Loureiro

 



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