Amapá tem a maior cobertura vacinal do país na campanha contra influenza






De acordo com dados do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunização (SIPNI), atualizado nesta segunda-feira, 15, a cobertura vacinal da Campanha Nacional Contra a Influenza 2017, no Amapá, está em 74,50%. A maior do país, segundo o SIPNI, seguido por Santa Catarina, com 67,29%.

A campanha teve início no dia 17 de abril e se estenderá até 26 de maio. Até o momento, 115.263 doses já foram aplicadas em todo o estado, de um total de 139.546 pessoas que devem ser vacinadas dentro do grupo prioritário, definido pelo Ministério da Saúde (MS). Ao todo, o Estado recebeu 197,3 mil doses da vacina.

Para a campanha deste ano, o MS estipulou como meta que a cobertura vacinal atinja 90% da população do grupo de risco. Até o momento, de acordo com o SIPNI, quatro municípios do estado atingiram a meta: Amapá, com 98,62%; Cutias, com 121,76%; Macapá, com 92,08%; e Tartarugalzinho, com 93,56 do público-alvo imunizado.

O sistema também aponta que Pedra branca do Amapari (24,18%) e Santana (27,38%), são os municípios com menor desempenho na campanha, a nível estadual.

Segundo a coordenadora da Central de Abastecimento e Distribuição de Imunobiológicos, Andréa Marvão, o percentual geral da cobertura vacinal corresponde às boas estratégias adotadas por cada município para atingir as metas estipuladas.

"A campanha ainda está em andamento, porém, os municípios estão utilizando estratégias que têm surtido um efeito positivo para alcançar a meta no geral. Nós estamos fazendo o monitoramento dos dados e auxiliando as coordenações nas medidas a serem adotadas para que possamos atingir a cobertura vacinal preconizada pelo Ministério da Saúde, que é de 90%", frisou Marvão.

Grupo de risco

Na campanha deste ano, o Ministério da Saúde incluiu os professores dentro no público-alvo que deve se imunizar contra a influenza, assim como idosos partir de 60 anos, crianças de seis meses a menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias), trabalhadores da saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas - e os funcionários do sistema prisional.

Por: Elmano Pantoja / Foto: Márcio Pinheiro

 



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