Orgulho de Ser Amapá: lançamento de box de livros, show e marabaixo marcam abertura da programação


A programação celebra os 78 anos de criação do Território Federal do Amapá e os 68 anos do Mercado Central.


O evento teve início nesta sexta-feira (10) e comemora os 78 anos de criação do Território Federal do Amapá e os 68 anos do Mercado Central de Macapá. A programação é realizada pelo mandato do senador Randolfe Rodrigues, Prefeitura de Macapá, Assembleia Legislativa do Amapá e Tribunal de Justiça do Estado do Amapá.

A festa começou com show do cantor João Amorim e apresentações de marabaixo e de poesia. Em seguida, houve fala das autoridades presentes e o lançamento do box de livros “Amapá: História, Imagens e Mitos”, impresso pelo Conselho Editorial do Senado Federal.

Entre as autoridades presentes, participaram da cerimônia de abertura da campanha o senador Randolfe Rodrigues, idealizador do projeto, o diretor-presidente do Instituto Municipal de Turismo (Macapatur), Benicio Pontes, a procuradora-geral do MP-AP, Dra. Ivana Cei, o promotor de Justiça, Iaci Pelaes, e os deputados estaduais Cristina Almeida, Paulo Lemos, Dr. Victor Amoras e Edna Auzier.

Em sua fala, o senador Randolfe Rodrigues destacou a importância das obras lançadas que valorizam a história e a cultura amapaense. Randolfe falou também sobre a programação de segunda-feira, quando será plantada uma cápsula do tempo na frente do Mercado Central e seu significado.

“Plantaremos com uma mensagem atual de pioneiros, de autoridades e de crianças ao Amapá de 13 de setembro de 2043. Uma mensagem que refletirá os dramas vividos hoje mas sobretudo a esperança, porque um povo não vive sem esperança. Essa terra, nossos ancestrais já ensinaram que o seu povo tem vocação para ser feliz. E será, temos confiança e crença nisso”, declarou.

O diretor- presidente do Macapatur ressaltou a riqueza da festa realizada: “Nos unimos hoje para celebrar não só a data da criação do Território e do Mercado, mas celebramos Macapá, sua história, marcas e sementes de futuro. Tudo isso tem uma dimensão cultural muito grande e bonita”, concluiu Benício Pontes.

 

Por Júlio Miragaia - Colaborador

 



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