Casal conta como aulas de dança se transformaram em instrumento de cura após o isolamento da pandemia


Elza e José são integrantes do Projeto Dança Comunidade, realizado pelo Macapatur. A iniciativa reúne cultura e ritmo em aulas no Mercado Central, que nesta segunda-feira (13) celebra 68 anos de existência.


Desde que se conheceram, em uma boate há 34 anos, dona Elza Coelho e seu José Neto nunca mais pararam de dançar. O casal sempre considerou a prática como uma forma de se conectar um ao outro. Porém, com a chegada da pandemia da Covid-19, eles se viram na necessidade de interromper o hábito. Somente com o retorno das atividades no Mercado Central, e as aulas do projeto Dança Comunidade que ocorrem no local, veio a oportunidade de reavivar essa paixão pelos salões.

O Mercado Central celebra 68 anos de inauguração nesta segunda-feira (13) e sua reabertura após o pico da pandemia sinaliza a chegada de um novo tempo, de uma nova forma de viver, assim como o impacto positivo que a volta à dança trouxe para o casal Elza e José.

“Depois dessa pandemia em que a gente passou por vários momentos difíceis e mexeu com o psicológico da gente, a dança trouxe felicidade e cura”, diz a dançarina.

José aprova e aproveita para convidar todos a se juntarem à turma. “É uma experiência boa e muito proveitosa, a dança nos ajuda muito e traz benefício não só para nós, mas para todos que participam. Quem quiser, é só procurar a professora e trazer o seu par que nós estamos aqui!”, disse.

Para o casal, os benefícios com as aulas vão além do trabalho com o corpo e a mente, é também uma chance de conhecer novas pessoas e criar amizades. “O espaço do Mercado Central faz a diferença, é uma marca cultural de Macapá, o público presente na classe de dança é bastante diversificado” completa Elza.

 

Por Marcus Visasi 

 



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