Projetos sociais da PM vão atender mais de 300 crianças e adolescentes da zona sul de Macapá


Na quinta-feira, 16, o Batalhão Tigre realizou a aula inaugural de seis projetos que envolvem esportes e cidadania.


Nesta quinta-feira, 16, a Polícia Militar do Amapá (PM/AP) realizou a aula inaugural dos seis projetos sociais desenvolvidos pelo 1º Batalhão, em conjunto com a Unidade de Policiamento Comunitário (UPC) do Araxá, beneficiando mais de 300 famílias da zona sul da capital.

As atividades estão dentro da ação integrada de segurança determinada pelo governador Waldez Góes para o enfrentamento à violência e repressão às organizações criminosas.

Para o subcomandante-geral da PM, Petrúcio Santana, a formação social dos jovens em vulnerabilidade também é uma responsabilidade da instituição.

 

"Nada melhor do que estar próximo das pessoas, mostrando nosso trabalho para incentivar as crianças e adolescentes em atividades com valores morais e usando a estratégia de proximidade com a população", disse Petrúcio.

Dentro do 1º Batalhão - também conhecido como Batalhão Tigre - serão desenvolvidos cinco projetos esportivos, envolvendo jiu-jitsu, capoeira, muay thai, vôlei e futebol, com 202 jovens.

Além disso, na UPC Araxá, será desenvolvido o Projeto Cidadão Mirim, que atende 100 crianças e adolescentes anualmente.

A pequena Flávia Bahia Filho, de 9 anos, participa do Cidadão Mirim desde os 4. Ela conta que já aprendeu sobre a importância de cuidar do meio ambiente e da vizinhança.

 

 

 

"Aprendi tantas coisas nesse tempo, principalmente sobre cuidar do meio ambiente e evitar poluir a vizinhança, cuidando do nosso lixo de forma seletiva", afirmou.

O projeto é desenvolvido em parceria com o Instituto Cidadão Mirim.

Cidadão Mirim

Criado em 1991, o projeto sofreu mudanças ao longo dos anos e tomou forma em 1998 como Cidadão Mirim, por onde já passaram milhares de jovens em situação de vulnerabilidade.

O projeto é coordenado pelo tenente Gurjão, que atua há 23 anos na coordenação das atividades com crianças e adolescentes, recrutando parceiros para auxiliar.

 

Por: Henrique Borges /  Foto: Márcio Pinheiro / GEA

 



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