Foto: Maksuel Martins/Secom/Divulgação

TCU autoriza e aeroporto de Macapá deve ser leiloado para a iniciativa privada no 2º semestre

Único aeroporto do estado será privatizado pelo Governo Federal em bloco junto com o de Belém.

A concessão para a iniciativa privada do aeroporto de Macapá teve aval positivo dado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que não identificou irregularidades no processo que também prevê leiloar outros 14 terminais pelo país, entre eles, o de Congonhas, o segundo mais movimentado do país.

A cessão do único aeroporto do Amapá para leilão deve acontecer ainda neste ano, segundo previsão do Ministério da Infraestrutura, que vê as eleições presidenciais de outubro como um obstáculo.

Em nota, a pasta afirmou que publicará ainda em junho o edital da licitação, dentro do calendário previsto pelo governo para fazer o leilão no segundo semestre de 2022.

No ano passado, mesmo com os impactos da pandemia, o aeroporto de Macapá movimentou 458.372 passageiros saindo ou chegando no estado, de acordo com dados da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

A nova estrutura do aeroporto, que aumentou a capacidade de passageiros, foi inaugurada em abril de 2019, após quase 15 anos em obras. A proposta de leilão foi divulgada pelo Governo Federal antes mesmo no prédio ser entregue.

A licitação que inclui o terminal do Amapá será nos mesmos moldes das que estão sendo feitas atualmente pela Infraero, em "blocos", onde o arrematante levará a operação em aeroportos próximos e com características logísticas semelhantes.

O aeroporto de Macapá está no "Bloco Norte II", junto com o de Belém (PA). O leilão definiu lance inicial de R$ 57 milhões e investimentos previstos pelo arrematante de R$ 875 milhões.

A lista completa dos terminais a serem leiloados é composta por:

  • Congonhas e Campo de Marte (SP);
  • Campo Grande, Corumbá, Ponta Porã (MS);
  • Belém, Santarém, Marabá, Parauapebas e Altamira (PA);
  • Jacarepaguá (RJ);
  • Montes Claros, Uberlândia e Uberaba (MG);
  • Macapá (AP).

 

Fonte: G1-AP


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