Radares passam a ter velocidade máxima permitida de 60km a partir de julho

Mudança na sinalização horizontal e vertical iniciou nesta quarta-feira (15).

A Companhia de Trânsito e Transporte de Macapá (CTMac) iniciou na madrugada desta quarta-feira (15), a mudança de sinalização horizontal e vertical da velocidade máxima permitida nos 17 radares instalados nas principais vias da capital. Atualmente, os equipamentos registram o limite de 50 quilômetros, e passarão a ser de 60km a partir de julho.

A mudança acontece após um estudo técnico preciso, que identificou a ausência de acidentes nos locais onde há a presença dos radares. A alteração na velocidade também atende a uma solicitação da Câmara Municipal de Macapá (CMM).

Os radares de fiscalização de velocidade, avanço de sinal e parada sobre a faixa de pedestres são do tipo fixo, e começaram a operar no dia 1º de março. Inicialmente a Companhia optou pela velocidade de 50km/h em toda cidade, devido a característica da estrutura viária ser similar.

Mudança na sinalização do limite de velocidade dos radares iniciou na madrugada desta quarta-feira (15) | Foto: CTMac

 

O presidente da CTMac, Andrey Rêgo explica que o primeiro ponto foi analisar tecnicamente a mudança, visto que as vias são similares e todos os equipamentos de fiscalização eletrônica foram implantados em vias arteriais, que são vias longas e ligam a cidade de bairro a bairro.

“O Código Nacional de Trânsito prevê em vias locais uma velocidade máxima permitida de 30 km/h, nas vias coletoras uma velocidade máximo de 40km/h e nas vias arteriais uma velocidade permitida de 60 km/h”, explica o gestor.

O diretor de Trânsito da CTMac, Lucas Barreto, reforça aos condutores que o limite de velocidade continua sendo de 50km/h até a conclusão da sinalização e aferição dos radares para 60km, que deve acontecer no início de julho.

“Nossa equipe de trânsito está realizando a mudança, mas ainda não está valendo. A partir de julho a CTMac estará anunciando a conclusão dos serviços e autorizando os condutores a nova velocidade”, conclui.

 

Por Cristiane Mareco 


O que achou desta notícia?