Concurso Público para promotor substituto: banca examinadora das provas orais e de tribuna será composta integralmente pela equipe do Cebraspe


Na segunda-feira (27), foi realizada, de forma híbrida, a 382ª Reunião do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Amapá (CPJ/MP-AP), na Procuradoria Geral de Justiça – Promotor Haroldo Franco, para deliberar, dentre outros temas, sobre as demais etapas do Concurso Público para promotor substituto, com nove vagas iniciais em disputa.

A Sessão foi conduzida pela procuradora-geral de Justiça do MP-AP, Ivana Cei, presidente do Colegiado, e contou com as presenças do corregedor-geral da instituição, procurador de Justiça Jair Quintas (virtual), e dos procuradores de Justiça: Clara Banha; Judith Teles (virtual); Nicolau Crispino (virtual); Joel Chagas; Estela Sá; e Maricélia Campelo, secretária do CPJ/MP-AP.

Sobre as provas orais e de tribuna, a decisão do Colégio acompanhou o entendimento da Comissão do Concurso, alinhada em reunião no início de junho, de que a banca examinadora dessas duas etapas será integralmente composta pela equipe do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), responsável pelo certame.

“Seguimos o entendimento firmado pela Comissão do Concurso. Queremos que todas as etapas ocorram dentro do prazo previsto e com a total segurança para os candidatos e a nossa instituição”, reforçou a PGJ do MP-AP, Ivana Cei.

Integram a Comissão do Concurso do MP-AP: a PGJ Ivana Cei (presidente), o corregedor-geral do MP-AP, procurador de Justiça Jair Quintas; o subprocurador-geral para Assuntos Administrativos e Institucionais, Nicolau Crispino; a procuradora de Justiça Estela Sá; o promotor de Justiça Alcino Moraes; o promotor de Justiça Vinicius Carvalho; o desembargador do Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap), Carmo Antônio de Souza; e a advogada indicada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/AP), Virgínia Rufino.

“Diante da complexidade, a comissão analisou os problemas que tivemos com o concurso, como a suspensão e a retomada no final do mês anterior. Por essa razão, a comissão entendeu ser prudente que o próprio instituto, que está hoje sediando e fazendo todas as avaliações, continuasse em todas as demais etapas”, finalizou o procurador de Justiça Nicolau Crispino.


Por: Ana Girlene e Elton Tavares


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