Panorama mundial das vacinas para a Covid-19 e cenário regulatório na América Latina serão temas de palestras do II CBCF


O panorama mundial do desenvolvimento de vacinas para Covid-19 será tema de palestra do cientista pesquisador do International Vaccine Institute, Gustavo Mendes, a ser ministrada dia 10 de novembro, às 16 horas, no II Congresso Brasileiro de Ciências Farmacêuticas, em Foz do Iguaçu. O ex-gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa é graduado em Farmácia Industrial pela Universidade de São Paulo (2001), possui especialização em Vigilância Sanitária pela FIOCRUZ (2007), mestrado em Toxicologia aplicada à Vigilância Sanitária pela Universidade Estadual de Londrina (2013) e é doutorando em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Estadual de Maringá.

De acordo com Gustavo Mendes, será apresentado o contexto atual e futuro dos imunizantes na palestra Panorama mundial do desenvolvimento de vacinas para Covid-19. “A ideia vai ser atualizar o cenário que a gente tem no momento, tanto o cenário epidemiológico, quanto das novas tecnologias para a Covid-19, e falar também sobre as perspectivas. O que tem por vir e quais estratégias estão sendo pensadas mundialmente para o desenvolvimento de novas tecnologias contra a Covid-19 e o que esperar dessas respostas que estão por vir”, adiantou.

No dia 12 de novembro, às 16h30, Gustavo Mendes tratará do cenário regulatório da indústria farmacêutica no Brasil e na América Latina: a convergência regulatória é possível? Ele explicou que essa atividade pretende verificar o quão possível e quão avançado o Brasil está nessa integração entre as agências latino-americanas e o quanto isso pode ajudar a agilizar o acesso a novos medicamentos.

“Eu vou tratar justamente sobre esse tema da convergência regulatória. A Anvisa e as agências latino-americanas têm buscado cada vez mais diminuir os esforços para análise de novos pedidos de registro e alterações de registros de medicamentos, e nesse esforço, a convergência regulatória aparece como uma opção em que as agências trocam informações e alinham seus requisitos para não ficarem muitos distintos uns dos outros”, comentou Mendes.


Por: Adriana Botelho
 


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