Foto: Freepik

Réu é condenado a 10 anos e seis meses por tentativa de homicídio qualificado, em Santana

Conforme autos do processo, por motivo fútil, uma dívida de R$ 5, Barata abordou a vítima e desferiu 10 terçadadas (golpes de terçado), causando lesões nas costas, face e braços de Manoel.

Na terça-feira (22), a 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Santana do Ministério Público do Amapá (MP-AP), teve tese acatada em sessão do Tribunal do Júri da cidade, no Plenário do Fórum da comarca, que resultou na condenação do réu, Alessandro Moraes Galdino, vulgo "Barata", numa pena de 10 anos e seis meses, de reclusão no regime fechado por tentativa de homicídio qualificado.

O MP-AP foi representado pelo promotor de Justiça Horácio Coutinho, no julgamento presidido pela juíza Marina Lustosa Vidal, relacionada ao Processo Nº do processo: 0008112-30.2019.8.03.0002. A defesa foi representada pelo Defensor Público Gabriel Correia de Farias.

Entenda o caso

O crime de tentativa de homicídio praticado por motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima, ocorreu por volta das 20h, em 7 de dezembro de 2017, no município de Santana. Os elementos de informação carreados ao Inquérito Policial nº 321/2019-1ª DPS narram que, no dia dos fatos, o denunciado, motivado pelo não adimplemento de uma dívida de R$ 5,00 (cinco reais) e armado com um terçado, abordou a vítima pelas costas e atacou-a com a arma branca, causando-lhe lesões nas costas, face, braço esquerdo e direito.

Conforme o Processo, Barata tentou matar Manoel Cardoso Caldas, com cerca de 10 golpes de terçado. A vítima não morreu por ter sido socorrida e encaminhada ao Hospital de Emergências de Santana, para tratamento, logo após o crime.

O laudo de exame de corpo de delito da vítima apresenta lesões que provocaram diminuição dos movimentos dos membros superiores de Manoel, com sequelas graves na mão esquerda e cicatriz linear no lado esquerdo da face.

“O réu foi condenado por crime de tentativa de homicídio qualificado pelo motivo fútil e por recurso que dificultou a defesa da vítima e ainda deixou sequelas graves na vítima provocadas por sua ação. A Justiça foi feita, resultado do trabalho do MP-AP e da Polícia Civil. Parabenizo a magistrada pela condução e o Júri pelo resultado justo. Continuamos atuando em defesa da sociedade Santanense”, frisou Horácio Coutinho.

 

 

Por Elton Tavares


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